24 de setembro

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Faça sua inscrição pessoalmente na Administração Reginonal do Riacho Fundo I

Informações: 3399-9420

Inscrições: Administração Regional do Riacho Fundo 1

ANA LÚCIA MELO

Com as diretrizes de cuidar da cidade e servir a população, Ana Lúcia Melo está à frente da Administração Regional do Riacho Fundo I pela segunda vez. Filha e neta de feirantes pioneiros do Núcleo Bandeirante, Ana Lúcia é formada em Administração e Gestão Ambiental. A paixão pelas questões ambientais a fez amar a luta pelas causas sociais. Movida por esse sentimento, viu a necessidade de levar a população atividades que pudessem proporcionar lazer e esporte. Foi a partir daí que começou a organizar corridas de rua e outros eventos para a comunidade.

Cada vez mais encantada e envolvida no meio social, apaixonou-se pelo Direito e pela Justiça – o que a tornou discente do Direito, atualmente cursando os semestres finais do curso. Ana Lúcia Melo divide seu tempo não só em questões políticas e sociais, mas também no atendimento aos servidores e moradores, visando sempre o bem-estar da população.

O Riacho Fundo conta não apenas uma administradora, mas como uma gestora ambiental, amante do Direito e defensora da sociedade. Guerreira como todas as mulheres, ainda encontra tempo para cumprir com excelência o seu papel como dona de casa, estudante e mãe. Uma rotina muito intensa e desafiadora, mas que Ana Lúcia Melo executa com fé e esperança em uma cidade cada vez melhor.

O Riacho Fundo originou-se da Granja do mesmo nome, localizada às margens do ribeirão Riacho Fundo, criada logo após a inauguração de Brasília, onde havia uma vila residencial para os funcionários. Para acabar com as favelas na periferia das cidades e núcleos urbanos, o Governo criou o programa de assentamento e, como parte desse programa, loteou a Granja Riacho Fundo em 13 de março de 1990 (data do aniversário da cidade), transferindo para lá moradores da Invasão do Bairro Telebrasília e outras localidades do Distrito Federal. O assentamento transformou-se na RA XVII pela Lei nº 620/93 e o Decreto nº 15.514/94.

A Granja também sediou, por longa data, a Residência Oficial dos Governos Militares, criada logo após a inauguração de Brasília e, mais tarde, transformada em Instituto de Saúde Mental. Hoje o local é considerado uma área de preservação ambiental (APA) devido a sua grande contribuição ecológica, por nele situarem-se nascentes de diversos córregos – incluindo o próprio Córrego Riacho Fundo, que inspirou o nome da cidade – e, sobretudo, pela diversidade da fauna e da flora nativos da região, ainda preservados.


Em fevereiro de 1994 foi criado o parcelamento do Riacho Fundo II, como parte integrante do Riacho Fundo I, que no ano de 2003 passou a ser uma nova Região Administrativa.

A área rural é composta pela Colônia Agrícola, pelo Combinado Agrourbano – CAUB I e por áreas isoladas. Na área rural está localizada a Fundação Cidade da Paz, além da sede da Universidade Holística Internacional e o setor de Pesquisa de Produção de Sementes da Empresa Brasileira de Pesquisa – EMBRAPA.

A cidade do Riacho Fundo é a Região Administrativa 17ª – RA XVII.

A nossa cidade tem aproximadamente 50.000 habitantes entre área urbana e rural, está localizado à beira da BR-060 (que liga a capital federal a Goiânia).

A cidade conta com Feira Permanente, Parque Ecológico, Skate Park, Praças, diversas Quadras de Esportes, Shopping e muito mais.

A Administração Regional do Riacho Fundo I possui uma Ouvidoria especializada em excelência em atendimento ao público, na qual o cidadão pode registras as seguintes manifestações: Elogio, Sugestão, Solicitação, Informação, Reclamação e Denúncia. Todo cidadão tem o direito de registrar a ocorrência de algo relacionado à Administração Regional ou ao Governo do Distrito Federal (GDF).


Ouvir significa atender, escutar, acatar, sinônimos que nos permitem vislumbrar a possibilidade de se aproximar cada vez mais do cidadão. Não apenas estar mais próximo, mas, sobretudo, colher sugestões, solucionar a refletir a melhoria da Administração Pública.


Qualquer tipo de denúncia ou reclamação em conformidade com o art. 79 do Decreto nº. 24.582/2004, ficam resguardados os direitos e garantias individuais dos denunciantes ou informantes.

 

A Ouvidoria-Geral é a 2ª instância para os serviços de ouvidoria.

Caso os serviços de ouvidoria não tenham sido prestados de forma satisfatória e no prazo da lei, procure a Ouvidoria-Geral no Anexo do Palácio do Buriti, 12º andar, sala 1.203, ou registre sua demanda via internet aqui  e informe no texto o protocolo anterior que gerou a insatisfação.

O serviço de ouvidoria conta com um sistema para registro e acompanhamento de manifestações, o OUV-DF

Para consultar manifestações registradas antes do dia 05/09/2016 – Clique aqui.

 

Lei de Acesso à Informação – Você pode solicitar informações sobre ações, programas, despesas, contratos, servidores, entre outros temas previstos na Lei Distrital de Acesso à Informação nº 4.990/2012. Este é um direito do cidadão garantido pela Constituição Federal. Confira mais informações no banner de Acesso à Informação disponível nos sites dos órgãos do Governo do Distrito Federal.

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Participar é um direito seu!

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